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artigo - Qualidade custa caro?

por Eduardo Massami Kasse

Se é bom é caro.

Ao ouvirmos o termo qualidade, imediatamente já imaginamos os altos custos ou preços “salgados” demais. E essa premissa, mesmo ao nível subconsciente, atrapalha muitos bons negócios.

Contudo, ela é verdadeira?

Em primeiro lugar, é preciso se desvencilhar do foco exclusivo nos custos. Ao mudar a visão para investimento certamente, o produto ou serviço de qualidade ficará mais atraente. O valor, não o preço, deve ser considerado antes de uma decisão.

Muitos clientes me pedem unicamente preços antes de qualquer outra informação. Querem saber o custo de um site, de um sistema, de um módulo. Não se importam com os detalhes do projeto ou mesmo com os benefícios para os seus negócios.

Toda a energia do processo se concentra em um dos detalhes apenas. E esse nem é o mais importante! Preocupam-se somente com o bolso e não enxergam no horizonte o novo leque de possibilidades.

Isso não é um julgamento, é apenas uma constatação. E infelizmente essa é uma má influência do próprio mercado, pois esse criou segregações claras entre o barato e a aquisição de “primeira linha”.

Por isso é importante pensar em investimento. Pois esse gera retorno e satisfação. Na balança de uma boa negociação o quantitativo e o qualitativo precisam estar em equilíbrio.

A qualidade é fundamental para a realização e o sucesso, tanto de quem vende, quanto de quem compra. Além de todos os retornos – financeiros, profissionais, pessoais, imediatos ou futuros -, é muito gratificante quando fazemos um bom negócio.

Já é tempo de acabar com o “não é tão bom, mas foi baratinho”. Pagar duas vezes por um mesmo serviço ou produto é burrice. E isso sim sai caro!

Eduardo Massami Kasse é estrategista, consultor, desenvolvedor web, escritor e Diretor Geral da empresa ON-LINE Planets.

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